segunda-feira, maio 02, 2011

Ondulações.

Na curvas do Copan,
perdido entre o zig-zag das faixas de pedestres, 
está o meu olhar...


Parado nos faróis abertos, 
esperando algo acontecer.
 Imóvel,
 estático até um carro aparecer e trazer-me de volta ao ser.

Morimbundo, agoniado,
encarceirado, amedrontado, insandecido...

Gosto mais da altura, da sujeira e da confusão.
Prefiro o farol. O vento balançando a copa das ávores.
 E o Copam.

Um comentário:

  1. Cada prédio destes é um suspiro meu, clamando por voltar para o lugar que eu consigo chamar de lar.

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