terça-feira, junho 05, 2012

Nada pra sentir.


Às 3 da manha, o olhar perdido pela janela do bar. Lá fora o Velho-Porto; aqui, o velho corpo. E por mais feliz que seja a música, a alegria passa, os carros passam, até as oportunidades passam, mas, as árvores mortas ficam.

Eu nunca mais vi uma tarde ensolarada sem uma nuvem de cigarro para escurece-la.

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